O PÂNICO DO TAPETÃO: Oportunismo de Eduardo da Fonte e Túlio Gadêlha contra Mendonça escancara desespero eleitoral
A disputa ao Senado por Pernambuco ganhou traços de pura insegurança com a investida jurídica protagonizada por Eduardo da Fonte (PP) e Túlio Gadêlha (PSD).
O PÂNICO DO TAPETÃO: Oportunismo de Eduardo da Fonte e Túlio Gadêlha contra Mendonça escancara desespero eleitoral
A disputa ao Senado por Pernambuco ganhou traços de pura insegurança com a investida jurídica protagonizada por Eduardo da Fonte (PP) e Túlio Gadêlha (PSD). Incomodados com a força da trajetória de Mendonça Filho (PL) e com sua proximidade histórica com a governadora Raquel Lyra (PSD), a dupla recorreu à Justiça Eleitoral para tentar barrar o uso da imagem da chefe do Executivo na propaganda do adversário.
A ação movida pelos candidatos, que também teve o endosso do PSB questionando a vinculação, tenta emplacar no "tapetão" o que falta de raiz política nos palanques de aliados de última hora. Ao alegarem risco de confusão no eleitorado quanto à composição das coligações, Eduardo da Fonte e Túlio Gadêlha revelam, na prática, o temor de confrontar nas urnas um histórico de trabalho construído ao longo dos anos ao lado de Raquel.
Mendonça não economizou críticas ao rebater a investida, classificando a iniciativa como fruto de "desespero" e questionando a coerência dos adversários. "Não será o desespero de quem até bem pouco tempo estava apoiando João Campos que vai mudar a minha história de amizade e trabalho com Raquel, pelo Agreste e por Pernambuco", declarou, alfinetando aqueles que mudam de lado ao sabor da conveniência. "Onde estavam essas pessoas nos momentos mais difíceis vividos por Raquel Lyra? Eu estava ao seu lado e vou continuar no mesmo lugar", completou.
A tentativa de censurar aliados fiéis por via judicial evidencia o nervosismo de quem aposta na manobra jurídica para tentar se viabilizar. No fim, a artilharia contra Mendonça Filho apenas reforça o contraste entre quem sempre esteve na trincheira e aqueles que aparecem apenas na hora da colheita eleitoral.
Por blog Normando Carvalho.